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RESCALDO CÂNDIDO LIMA / GONÇALVES, ROCHA, AZEVEDO E BURAGO

Place: SALA PRINCIPAL
Date(s): From Friday, February 17, 2023
Preço: Entre 3 € e 12 €
Duração: 120 Minutos
Classificação: M/6
Promotor: EGEAC - EM,S.A.

Com mais de dez anos de existência, o Festival Rescaldo tem continua- mente procurado apresentar projetos significativos no panorama das músicas de vanguarda, assinalando as referências do presente, contextualizando a influência dos seus mais importantes precursores, desafiando artistas idiossincráticos a estabelecer novos laços e colaborações, e abrindo espaço para projetar artistas a quem reconhece potencial para, num futuro próximo, alargar e enriquecer os horizontes da criação musical contemporânea em Portugal. Nesta sua 13.ª edição, o festival colabora pela primeira vez com o TBA, espaço dedicado ao experimental e consciente da sub-representação estrutural no meio artístico. Aposta-se por isso em dois concertos inéditos. O primeiro em modo de celebração e homenagem a Cândido Lima, um dos pioneiros da música contemporânea portuguesa. E no segundo lança-se o desafio a uma nova colaboração entre quatro criadores pertinentes da nova música nacional: André Gonçalves, Maria da Rocha, Violeta Azevedo e César Burago.
CÂNDIDO LIMA Nascido em 1939 em Viana do Castelo, Cândido Lima é um notável compositor associado a uma certa vanguarda portuguesa que viveu (e vive ainda), maioritariamente, na obscuridade. Tendo estudado com Xenakis e privado com figuras como Boulez ou Ligeti na sua passagem pela Sorbonne, é um pioneiro nacional de formas técnicas e tecnológicas da composição contemporânea, da eletroacústica à espacialização do som, e autor de obras marcantes como Oceanos, recentemente revisitada no âmbito do projeto Unearthing the Music, que lhe proporcionou apresentações em festivais como o OUT.FEST no Barreiro ou o Skanu Mezs em Riga, Letónia. Apresenta-se no Rescaldo numa aparição rara em Lisboa.
 
ANDRÉ GONÇALVES, MARIA DA ROCHA, VIOLETA AZEVEDO e CÉSAR BURAGO Esta formação foi pensada especificamente para a parceria entre o Rescaldo e o TBA, e o concerto decorre de uma residência artística a realizar na ADDAC, o espaço de criação de utopias de síntese modular conduzido por André Gonçalves.
Juntos, quatro nomes que ilustram as diversas proveniências e ninhos criativos do país no presente século: André Gonçalves é um criador de sistemas eletrónicos geradores de som e escultor de músicas suspensas pela voltagem; Maria da Rocha é uma violinista com formação clássica que há muito se vem abandonando à improvisação e a processos colaborativos; Violeta Azevedo é uma flautista que trabalha a coloração do som de uma forma instantaneamente identificável; e César Burago um visionário que continua a deslumbrar com a minúcia microscópica do seu ritmo. A uni-los, para além dos entendimentos únicos da sua prática artística, uma palavra de interpretações diversas, mas de significado intuído: a sensibilidade.
 
Ficha Artistica:
Piano, eletrónica e projeções
Cândido Lima
 
Sintetizadores modulares:
André Gonçalves
Violino e eletrónica
Maria da Rocha
Flauta e eletrónica
Violeta Azevedo
Percussão
César Burago


CONFIGURATION

Com mais de dez anos de existência, o Festival Rescaldo tem continua- mente procurado apresentar projetos significativos no panorama das músicas de vanguarda, assinalando as referências do presente, contextualizando a influência dos seus mais importantes precursores, desafiando artistas idiossincráticos a estabelecer novos laços e colaborações, e abrindo espaço para projetar artistas a quem reconhece potencial para, num futuro próximo, alargar e enriquecer os horizontes da criação musical contemporânea em Portugal. Nesta sua 13.ª edição, o festival colabora pela primeira vez com o TBA, espaço dedicado ao experimental e consciente da sub-representação estrutural no meio artístico. Aposta-se por isso em dois concertos inéditos. O primeiro em modo de celebração e homenagem a Cândido Lima, um dos pioneiros da música contemporânea portuguesa. E no segundo lança-se o desafio a uma nova colaboração entre quatro criadores pertinentes da nova música nacional: André Gonçalves, Maria da Rocha, Violeta Azevedo e César Burago.

CÂNDIDO LIMA Nascido em 1939 em Viana do Castelo, Cândido Lima é um notável compositor associado a uma certa vanguarda portuguesa que viveu (e vive ainda), maioritariamente, na obscuridade. Tendo estudado com Xenakis e privado com figuras como Boulez ou Ligeti na sua passagem pela Sorbonne, é um pioneiro nacional de formas técnicas e tecnológicas da composição contemporânea, da eletroacústica à espacialização do som, e autor de obras marcantes como Oceanos, recentemente revisitada no âmbito do projeto Unearthing the Music, que lhe proporcionou apresentações em festivais como o OUT.FEST no Barreiro ou o Skanu Mezs em Riga, Letónia. Apresenta-se no Rescaldo numa aparição rara em Lisboa.

 

ANDRÉ GONÇALVES, MARIA DA ROCHA, VIOLETA AZEVEDO e CÉSAR BURAGO Esta formação foi pensada especificamente para a parceria entre o Rescaldo e o TBA, e o concerto decorre de uma residência artística a realizar na ADDAC, o espaço de criação de utopias de síntese modular conduzido por André Gonçalves.

Juntos, quatro nomes que ilustram as diversas proveniências e ninhos criativos do país no presente século: André Gonçalves é um criador de sistemas eletrónicos geradores de som e escultor de músicas suspensas pela voltagem; Maria da Rocha é uma violinista com formação clássica que há muito se vem abandonando à improvisação e a processos colaborativos; Violeta Azevedo é uma flautista que trabalha a coloração do som de uma forma instantaneamente identificável; e César Burago um visionário que continua a deslumbrar com a minúcia microscópica do seu ritmo. A uni-los, para além dos entendimentos únicos da sua prática artística, uma palavra de interpretações diversas, mas de significado intuído: a sensibilidade.

 

Ficha Artistica:

Piano, eletrónica e projeções

Cândido Lima

 

Sintetizadores modulares:

André Gonçalves

Violino e eletrónica

Maria da Rocha

Flauta e eletrónica

Violeta Azevedo

Percussão

César Burago




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